Um dos elementos centrais no desenvolvimento de software, hoje, é o uso de metodologias ágeis. Essas novas formas de trabalhar dentro do TI trazem diversos novos conceitos e ferramentas que podem causar confusão em quem não está habituado. A integração contínua (IC) é um deles, além de ser uma peça chave para muitas das metodologias ágeis.

De forma resumida, integração contínua é a incorporação constante daquilo que está sendo desenvolvido ao produto final. Com as ferramentas certas, a IC garante maior agilidade e mais facilidade de manutenção.

Quer saber mais sobre como é possível fazer a integração contínua? Acompanhe!

Como funciona a integração contínua?

Quando os desenvolvedores trabalham com IC, as mudanças no software são feitas praticamente à medida que o desenvolvedor altera o código. É possível trabalhar com diversas versões diferentes, chamados de branches, o que permite criar versões paralelas do software principal para fazer as alterações necessárias.

O principal objetivo da IC é tornar o desenvolvimento de software mais rápido e as atualizações mais constantes por meio de uma metodologia de trabalho que prioriza atualizações pequenas. Em sistemas de integração contínua, o trabalho do desenvolvedor pode ser resumido da seguinte forma:

  1. Atualizar o seu branch para a última versão do software central;
  2. Fazer as alterações no código;
  3. Criar uma nova build, que é uma versão do software com as alterações;
  4. Realizar testes e corrigir os erros;
  5. Fazer um merge com o código central, que é um processo de integração com o software principal.

Quais são os benefícios de usar a integração contínua?

O principal benefício do uso de integração contínua é o controle das versões e das alterações feitas no código que as ferramentas de IC proporcionam. Com esse controle, é possível:

  • Reverter mudanças que causaram bugs;
  • Comparar códigos dos diferentes branches;
  • Ter um controle da produção de cada desenvolvedor;
  • Evitar que diferentes desenvolvedores façam a mesma tarefa;

Além disso, quando um desenvolvedor trabalha com integração contínua, é recomendado que sejam feitas builds com relativa frequência. Isso significa colocar o processo de testes como parte do cotidiano do programador e impedir que haja um acúmulo de código sem testes. Como cada teste leva em conta uma quantidade menor de código novo, há uma agilidade muito maior para identificar os erros e corrigi-los.

Quais são os cuidados necessários na integração contínua?

O primeiro cuidado é observar as mudanças que são feitas a cada atualização do código. Caso dois desenvolvedores estejam trabalhando com a mesma parte do código, durante o processo de merge ocorrerão conflitos. Caso isso aconteça, eles devem ser corrigidos imediatamente para não causar erros no futuro.

Outro elemento importante é o monitoramento contínuo das versões do software para verificar se o desempenho se mantém com as atualizações. Por mais que haja um processo de testes feito pelos desenvolvedores, há problemas que podem passar despercebidos. Além disso, as alterações podem gerar problemas em outras áreas do código, especialmente no caso de softwares com muitos componentes.

Por isso, é necessário que haja um processo de testagem separado daquele realizado no dia a dia. Esse monitoramento precisa ser feito por ferramentas especializadas que vão ajudar a identificar quando houver uma mudança que prejudique o desempenho do software.

Quer saber como implementar a integração contínua com monitoramento em sua empresa? Entre em contato conosco e conheça as nossas soluções!